Na cotação informada.
Aportando e recomprando com os proventos.
DY implícito nos valores informados: 9,60% ao ano.
A conta
magic number = preço da cota ÷ rendimento mensal por cota (arredondado para cima)
O arredondamento é sempre para cima. Com o arredondamento para baixo o provento fica alguns centavos abaixo do preço e a compra não acontece — o número precisa ser o primeiro que funciona, não o mais próximo.
Por que ele é uma régua, e não uma meta
O magic number é o ponto em que a posição passa a crescer sozinha naquele fundo. É um marco motivador e um péssimo critério de escolha: ele cai quando o rendimento sobe ou quando o preço da cota cai, e a segunda hipótese costuma vir acompanhada de um problema no fundo. Um magic number baixo pode ser um fundo generoso ou um fundo em queda.
É por isso que a tela devolve também o DY implícito nos valores digitados — ele é a régua de sanidade que denuncia tanto o erro de preenchimento quanto o fundo cujo rendimento não se sustenta.
O tempo até lá
A simulação acumula, a cada mês, o provento das cotas que você já tem mais o aporte informado, e compra cotas inteiras sempre que o caixa dá. A sobra fica para o mês seguinte, como acontece na conta de verdade — não existe fração de cota em bolsa.
Concentrar tudo num fundo só para alcançar o número mais rápido troca risco por simbolismo. O que muda o resultado de uma carteira é o conjunto, e é o que a bola de neve mostra melhor.
Simulação com os valores que você informou, para fins educacionais. Não é recomendação de investimento, e rendimento passado não garante distribuição futura. Como calculamos cada indicador.