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RBRP11 corta dividendos em 12,5% e anuncia novo pagamento aos cotistas

O fundo imobiliário RBRP11, sob gestão da RBR, comunicou a distribuição de R$ 0,35 por cota em dividendos, referente ao desempenho operacional de julho, o que corresponde a uma queda de aproximadamente 12,50% em relação ao mês anterior, quando pagou R$ 0,40 por cota. De acordo com o anúncio realizado pelo fundo, o pagamento está…

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O fundo imobiliário RBRP11, sob gestão da RBR, comunicou a distribuição de R$ 0,35 por cota em dividendos, referente ao desempenho operacional de julho, o que corresponde a uma queda de aproximadamente 12,50% em relação ao mês anterior, quando pagou R$ 0,40 por cota.

De acordo com o anúncio realizado pelo fundo, o pagamento está previsto para 14 de agosto. Porém, terão direito aos proventos apenas os cotistas com posição no FII em 7 de agosto, data de corte. A partir de 8 de agosto, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-direito”.

Ademais, com base na cotação de R$ 46,04 no fechamento de julho, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo é de cerca de 0,76%.

Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de fundos imobiliários como o RBRP11 são isentos de imposto de renda (IR) para pessoas físicas, o que eleva a atratividade do segmento.

Reciclagem do RBRP11

Em julho, o RBRP11 operava em meio ao processo de reciclagem do seu portfólio, além de movimentações envolvendo locatários. No período, a carteira imobiliária era formada por sete ativos, 24 locatários e 44,7 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL).

Entre os destaques está a venda do conjunto nº 2401 do Edifício Castello Branco, no Rio de Janeiro, anunciada em 10 de julho e avaliada em R$ 4,8 milhões.

Segundo a gestão, a alienação faz parte da estratégia do fundo de reduzir posições pequenas em imóveis localizados em regiões consideradas mais desafiadoras em termos de vacância.

Mudanças de locatários

Em paralelo às vendas, o RBRP11 também informou que dois locatários do seu portfólio estavam inadimplentes. Dessa forma, a gestão pretende executar a garantia em um dos casos e, posteriormente, iniciar uma ação de despejo.

Já em relação ao outro, o fundo está em processo de negociação para o parcelamento dos valores em aberto, enquanto o próprio locatário busca um potencial ocupante para assumir o espaço e as obrigações contratuais.

Assim, a vacância física da carteira estava em 24,1% ao fim de junho, após um ajuste na área bruta locável considerada para o River One.

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