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Dividendos do VGIR11 crescem 18% em agosto; saiba o valor e data de corte

O fundo imobiliário VGIR11, gerido pela Valora Gestão, anunciou que irá distribuir R$ 0,13 por cota em dividendos aos cotistas, considerando o desempenho operacional de julho. O valor equivale a um crescimento de 18,18% em relação ao mês anterior, quando pagou R$ 0,11 por cota. Segundo o documento divulgado nesta quarta-feira (12), o pagamento será…

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O fundo imobiliário VGIR11, gerido pela Valora Gestão, anunciou que irá distribuir R$ 0,13 por cota em dividendos aos cotistas, considerando o desempenho operacional de julho. O valor equivale a um crescimento de 18,18% em relação ao mês anterior, quando pagou R$ 0,11 por cota.

Segundo o documento divulgado nesta quarta-feira (12), o pagamento será realizado em 19 de agosto para investidores com posição no fundo na data do anúncio, conhecida como data de corte. A partir desta quinta-feira (13), as cotas passam a ser negociadas na condição “ex-direito”.

Com base na cotação de R$ 9,46 no fechamento de julho, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo ficou em 1,37%.

Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de fundos imobiliários como o VGIR11 são isentos de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, o que eleva a atratividade do segmento.

Aportes do VGIR11

Embora os dividendos tenham como base o desempenho do VGIR11 em julho, o relatório gerencial referente ao período ainda não foi divulgado.

No balanço mais recente, referente a junho, o fundo registrou o investimento de R$ 1,175 bilhão em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), o equivalente a 82,9% do seu patrimônio líquido, distribuídos por 53 operações.

Já os 17,1% remanescentes estavam aportados em instrumentos de caixa, com caixa líquido de R$ 241,96 milhões no fechamento do mês.

Segundo a gestão, grande parte do patrimônio continua sendo aplicada em CRIs, ao mesmo tempo em que mantém recursos em ativos líquidos para novas alocações à medida que surgirem oportunidades atrativas.

Situação da carteira

Entre os CRIs de maior peso, o Helbor 137E ocupava a principal posição, com R$ 92,45 milhões (ou 6,53% do patrimônio).

Na sequência, figurava o Tecnisa 573E, com R$ 84,09 milhões (5,94%), e o Helbor 79E 1S, com R$ 83,65 milhões (5,90%). Também apareciam o Helbor 40E (4,38%), o HBR 34E (4,02%), o Helbor 7E1S (3,95%) e o Matarazzo 340E (3,28%).

Além disso, 100% da carteira de papéis permanecia exposta ao CDI no período. Atualmente, o foco do VGIR11 está em operações remuneradas pelo CDI mais prêmio, embora mantenha a flexibilidade para investir em ativos atrelados à inflação diante de oportunidades adequadas.

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