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TIMS3 sobe após TIM aprovar recompra de até R$ 1 bilhão em ações

As ações da TIM (TIMS3) apresentaram valorização nesta quarta-feira (19), após a aprovação de um novo programa de recompra de ações, que incluirá até 55,2 milhões de ações ordinárias, o equivalente a 2,31% dos papéis em circulação no mercado, em uma operação de até R$ 1 bilhão. Dessa forma, no fechamento das negociações, a ação…

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As ações da TIM (TIMS3) apresentaram valorização nesta quarta-feira (19), após a aprovação de um novo programa de recompra de ações, que incluirá até 55,2 milhões de ações ordinárias, o equivalente a 2,31% dos papéis em circulação no mercado, em uma operação de até R$ 1 bilhão.

Dessa forma, no fechamento das negociações, a ação TIMS3 registrou avanço de 2,62% na Bolsa brasileira (B3), cotada a R$ 18,41.

A aprovação foi concedida pelo Conselho de Administração, após a TIM apontar que suas ações estão sendo negociadas abaixo de seu valor. Em 2026, os papéis da companhia acumulam queda de 15% e estão 30% abaixo das máximas.

Recompra de ações da TIM (TIMS3)

De acordo com a administração, as ações recompradas poderão permanecer em tesouraria ou ser posteriormente canceladas, conforme decisão da empresa e respeitando as regras do mercado. O programa ficará em vigor até 19 de fevereiro de 2028.

Além disso, a TIM destaca que a iniciativa está alinhada à sua estratégia de alocação eficiente de capital e de criação de valor para os acionistas no longo prazo. A companhia também informou o encerramento do programa de recompra anterior, iniciado em fevereiro de 2025.

Durante sua vigência, a TIM adquiriu 46,9 milhões de ações ordinárias, em uma operação que movimentou aproximadamente R$ 1 bilhão. Desse total, 28,7 milhões de ações foram canceladas em dezembro de 2025.

Atualmente, o saldo restante encontra-se em tesouraria e poderá receber a destinação que vier a ser definida pela empresa no futuro.

Benefícios do programa

Com a aprovação do novo programa de recompra de ações da TIM, a empresa poderá decidir quando utilizar recursos para comprar seus próprios papéis.

O objetivo da operação é sinalizar que, nos preços atuais, a companhia considera que investir em si mesma pode ser uma alocação de capital mais atrativa do que outras alternativas.

Para o acionista, o benefício pode funcionar como um “dividendo indireto”, pois, com menos ações em circulação, cada fração remanescente na mão do investidor passa a representar uma porcentagem maior do lucro e dos eventuais proventos futuros.

No entanto, a operação também pode reduzir a liquidez dos papéis. Com menos ações disponíveis para negociação diária, o volume movimentado na Bolsa tende a diminuir, o que pode aumentar a sensibilidade dos preços diante de compras e vendas mais expressivas.

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