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Ibovespa (Ibov) encerra maior sequência de quedas desde 2023; veja os destaques

O Ibovespa (Ibov), principal índice da Bolsa brasileira (B3), fechou em alta pela primeira vez nesta quarta-feira (19), após encerrar em queda por 11 pregões consecutivos, chegando a registrar a maior sequência negativa desde 2023. No fechamento das negociações, o indicador registrou valorização de 0,90%, aos 167.830,27 pontos. Na máxima intradiária, o Ibovespa chegou a…

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O Ibovespa (Ibov), principal índice da Bolsa brasileira (B3), fechou em alta pela primeira vez nesta quarta-feira (19), após encerrar em queda por 11 pregões consecutivos, chegando a registrar a maior sequência negativa desde 2023.

No fechamento das negociações, o indicador registrou valorização de 0,90%, aos 167.830,27 pontos. Na máxima intradiária, o Ibovespa chegou a subir 2,41%, aos 170.340,60 pontos.

Em contrapartida, o dólar à vista (USD/BRL) voltou a cair nesta quarta-feira e encerrou o dia com baixa de 0,86%, a R$ 5,1766.

O desempenho da moeda norte-americana esteve alinhado ao exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, entre elas o euro e a libra, operava estável, aos 99.813 pontos.

O que movimentou o Ibovespa?

Nesta quarta-feira, o radar dos investidores brasileiros esteve voltado para o cenário fiscal, com os agentes financeiros acompanhando o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina o fim da escala de trabalho 6×1.

Segundo o chefe de alocação de investimentos e sócio da GT Capital, Nicolas Gass, o mercado brasileiro teve um respiro temporário. “O que aconteceu hoje foi um alívio externo e temporário, mas nada de uma solução doméstica. Os fatores que derrubaram a bolsa em agosto continuam todos no mesmo lugar e o fluxo estrangeiro ainda segue no negativo”, afirmou.

Entre os destaques, as ações da Cosan (CSAN3) lideraram a ponta positiva do Ibovespa, com alta de 8,31%, a R$ 7,65. Na sequência, os papéis da MBRF (MBRF3) avançaram 7,65%, a R$ 17,31, com agentes avaliando uma melhora das margens e do processamento de carne bovina.

Por outro lado, a ponta negativa foi liderada pela Magazine Luiza (MGLU3), com queda de 5,37%, a R$ 4,05, após fortes ganhos nas duas sessões anteriores, em meio à troca intrassetorial após a Casas Bahia (BHIA3) entrar em recuperação judicial.

Além da varejista, as ações da Gerdau (GGBR4) fecharam em baixa de 5,21%, a R$ 22,94, enquanto a Metalúrgica Gerdau (GOAU3) recuou 4,60%, a R$ 10,37.

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