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VRTA11 mantém dividendos e projeta até R$ 0,95 por cota nos próximos meses

O fundo imobiliário VRTA11, gerido pela Fator Administração, divulgou ao mercado que pagará R$ 0,85 por cota em dividendos aos cotistas, com base no desempenho de agosto, mantendo o mesmo patamar pelo 20º mês consecutivo. De acordo com o cronograma, o pagamento será feito em 15 de setembro. Terão direito aos proventos os investidores com…

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O fundo imobiliário VRTA11, gerido pela Fator Administração, divulgou ao mercado que pagará R$ 0,85 por cota em dividendos aos cotistas, com base no desempenho de agosto, mantendo o mesmo patamar pelo 20º mês consecutivo.

De acordo com o cronograma, o pagamento será feito em 15 de setembro. Terão direito aos proventos os investidores com posição no fundo em 31 de agosto, data de corte. A partir de 1º de setembro, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-direito”.

Considerando a cotação de R$ 73,62 no fechamento de agosto, o dividend yield (rendimento de dividendo) mensal do fundo é de aproximadamente 1,15%.

Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, os dividendos de fundos imobiliários como o VRTA11 permanecem isentos de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, o que eleva a atratividade do segmento.

Resultados do VRTA11

Embora os proventos tenham como base o desempenho do VRTA11 em agosto, o balanço mensal referente ao período ainda não foi divulgado.

Em seu relatório gerencial mais recente, referente a julho, o fundo registrou resultado de R$ 16,37 milhões, proveniente de uma receita total de R$ 17,458 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 1 milhão no período.

Dessa forma, o fundo conseguiu manter a distribuição de dividendos estável. Para os próximos meses, a gestão projeta proventos entre R$ 0,85 e R$ 0,95 por cota, tomando o primeiro valor como referência.

Movimentações de julho

Em julho, o VRTA11 realizou movimentações relevantes em sua carteira, como a aquisição de R$ 5,4 milhões do CRI Summus, com remuneração de IPCA + 11,50% ao ano, e de R$ 11 milhões do CRI Evoke – 3ª série, a CDI + 4,50% ao ano.

Além disso, houve a compra de R$ 9 milhões do CRI Mampei Funada, com remuneração de CDI + 3,80% ao ano. No total, as três novas alocações somaram R$ 25,4 milhões, reforçando a estratégia de reciclagem da carteira.

Ademais, o fundo ainda possui três operações em análise, que podem representar até R$ 70 milhões em novas alocações nos próximos meses.

No mercado, a cota encerrou julho negociada a R$ 73,00, enquanto o valor patrimonial era de R$ 83,15. Assim, o fundo apresentava P/VP de 0,88 vez, indicando que a cota era negociada com desconto em relação ao valor dos ativos da carteira.

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